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12 agosto 2008

A morada de Deus é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela



O relógio da vida marca a hora
Reservada pra ultima viagem
Sem comprar um bilhete de passagem
Nem saber o momento de ir embora
Perde a vista quem vai, quem fica chora
Quando a terra nos abre uma janela
O espírito se solta o corpo gela
E o caixão é o transporte mais possante
A morada de Deus é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela

A matéria cansada não atende
Aos comandos da mente que se cansa
A pressão sobe e desce igual balança
Quando encurta a passada e o corpo pende
Sem a força vital não compreende
Vendo um anjo fazendo sentinela
Vem um sopro da morte apaga a vela
E a Deus manda mais um ser errante
A morada de Deus é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela

Desencarna o espírito buscando
O trajeto do chão ao mundo oculto
Quem olhar não enxerga nem o vulto
Nem pra onde o espírito vai trilhando
Na alfândega do céu, alma chegando
Não se sabe o destino dado a ela
Se a face de Deus já se revela
Ou se não é visível seu semblante
A morada de Deus é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela

2 comentários:

junhio disse...

quando a luz que é vida se apaga
e é preciso seguir outro caminho
um caixão de madeira vira o ninho
e ao redor vira um mar e sofrimeto
vejo a mãe relembrando o nascimento
e orgulho que o filho dava a ela
chega o pai com um pedaço de vela
que até des acha aquilo emocionante
a morada de deus é tão distante
que é rciso morrer pra cheguar nela

joel júnior, abraço poeta muito bom o blog

junhio disse...

quando aluz q é DA vida