
SEJAM BEM VINDOS!
DEIXE SEU COMENTÁRIO.
ABRAÇOS...
ABRAÇOS...
08 julho 2008
03 julho 2008
28 junho 2008
24 junho 2008
20 junho 2008
17 junho 2008
16 junho 2008
12 junho 2008
09 junho 2008
05 junho 2008
31 maio 2008

Tuparetama
(Poema do livro Flores da Noite – Lima Júnior)
Tuparetama tutora de minha infância querida,
Cenário da minha vida, palco de mil ilusões.
Cada esquina uma lembrança, cada passo uma esperança,
Coisas que o tempo na cansa, Musa das minhas canções!
Fui moleque genioso brincando nos teus quintais,
Fiz florir meus ideais, seguindo caminho à fora.
Perdi minha mocidade, minhas forças na metade,
Restou-me só a saudade, do que já fomos outrora.
Às margens do Pajeú, Tuparetama descansa,
Lembro-me, quando criança neste rio me banhei.
O verão chega sem jeito, leva as águas mostra o leito,
Mas, quando chover direito, outros banhos tomarei.
O tempo passou varrendo,Tupã, meus gestos e amores,
Deixando-me aos dissabores da saudade que me traz.
Perdido pelos teus bares, decantando teus luares,
Sentindo triste pesares, do que não volta jamais.
Tupã, as coisas estão mudando assim lentamente,
Eu - piorando somente, tu – somente a melhorar,
Quero ter incinerados, meus resto mortais, jogados
Em ti, por todos os lados, pra nunca te abandonar!
(Poema do livro Flores da Noite – Lima Júnior)
Tuparetama tutora de minha infância querida,
Cenário da minha vida, palco de mil ilusões.
Cada esquina uma lembrança, cada passo uma esperança,
Coisas que o tempo na cansa, Musa das minhas canções!
Fui moleque genioso brincando nos teus quintais,
Fiz florir meus ideais, seguindo caminho à fora.
Perdi minha mocidade, minhas forças na metade,
Restou-me só a saudade, do que já fomos outrora.
Às margens do Pajeú, Tuparetama descansa,
Lembro-me, quando criança neste rio me banhei.
O verão chega sem jeito, leva as águas mostra o leito,
Mas, quando chover direito, outros banhos tomarei.
O tempo passou varrendo,Tupã, meus gestos e amores,
Deixando-me aos dissabores da saudade que me traz.
Perdido pelos teus bares, decantando teus luares,
Sentindo triste pesares, do que não volta jamais.
Tupã, as coisas estão mudando assim lentamente,
Eu - piorando somente, tu – somente a melhorar,
Quero ter incinerados, meus resto mortais, jogados
Em ti, por todos os lados, pra nunca te abandonar!
28 maio 2008
Você
Eu tatuei o seu rosto
Na superfície da lua
Pra ter a sua lembrança
Refletida em plena rua
E em todo lugar que eu olhe
Enxergue a imagem sua
Minha consciência nua
Veste-se de mil apelos
Pra que meus sonhos tão belos
Não tornem-se pesadelos
E eu possa envolver meu corpo
No manto dos teus cabelos
Não quero perder os selos
Que você por garantia
Colocou na minha boca
Quando beijava e sorria
Pra que eu não beijasse outra
Boca que me pertencia
Seu olhar tem energia
De hipnose tão forte
Que faz com que os meus olhos
Para distante transporte
A cegueira que me expõe
No picadeiro da morte
Nada acontece por sorte
Em acaso não acredito
O amor faz e acontece
Pelo destino è descrito
Nos alfarrábios da vida
Nas paginas do infinito
O amor gera conflito
No ego de qualquer ser
Quem ama sente-se inseguro
Quem não ama não quer crer
Que quem ama doa a vida
E o coração sem saber
Você me faz compreender
Que sem você nada sou
Nos somos soma exata
Das partes que Deus juntou
Não da pra subtrair
O que o amor multiplicou
Você é deusa do show
Eu sou só um dos mortais
Que se alimenta do brilho
Que seu sorriso me traz
Da passarela do encanto
Dos palcos celestiais
Meus sentimentos leais
Puderam-me transformar
Num instrumento de fé
A um milagre buscar
Porque você não é santa
Mas me conduz ao altar
Eu tatuei o seu rosto
Na superfície da lua
Pra ter a sua lembrança
Refletida em plena rua
E em todo lugar que eu olhe
Enxergue a imagem sua
Minha consciência nua
Veste-se de mil apelos
Pra que meus sonhos tão belos
Não tornem-se pesadelos
E eu possa envolver meu corpo
No manto dos teus cabelos
Não quero perder os selos
Que você por garantia
Colocou na minha boca
Quando beijava e sorria
Pra que eu não beijasse outra
Boca que me pertencia
Seu olhar tem energia
De hipnose tão forte
Que faz com que os meus olhos
Para distante transporte
A cegueira que me expõe
No picadeiro da morte
Nada acontece por sorte
Em acaso não acredito
O amor faz e acontece
Pelo destino è descrito
Nos alfarrábios da vida
Nas paginas do infinito
O amor gera conflito
No ego de qualquer ser
Quem ama sente-se inseguro
Quem não ama não quer crer
Que quem ama doa a vida
E o coração sem saber
Você me faz compreender
Que sem você nada sou
Nos somos soma exata
Das partes que Deus juntou
Não da pra subtrair
O que o amor multiplicou
Você é deusa do show
Eu sou só um dos mortais
Que se alimenta do brilho
Que seu sorriso me traz
Da passarela do encanto
Dos palcos celestiais
Meus sentimentos leais
Puderam-me transformar
Num instrumento de fé
A um milagre buscar
Porque você não é santa
Mas me conduz ao altar
26 maio 2008
Assinar:
Postagens (Atom)











